The One Piece, o remake de anime da Netflix, segue como uma das apostas mais ambiciosas da plataforma para 2026. O projeto da WIT Studio quer corrigir o maior problema do anime clássico: o ritmo. E isso, para quem nunca encostou em mil episódios, muda tudo.
| Ficha técnica | Detalhes |
|---|---|
| Título original | The One Piece |
| Título no Brasil | One Piece |
| Formato | Anime remake |
| Base | Mangá One Piece, de Eiichiro Oda |
| Estúdio | WIT Studio |
| Plataforma | Netflix |
| Distribuição | Global |
| Direção | Masashi Koizuka |
| Character design | Kyoji Asano |
| Status | Em desenvolvimento |
| Escopo inicial | Saga East Blue |
| Gênero | Aventura, ação, fantasia, shonen |
O que já está confirmado sobre o remake
O essencial é simples: The One Piece existe, é um novo anime baseado no mangá de Eiichiro Oda e está sendo feito pela WIT Studio para a Netflix. Não é continuação do anime da Toei. É outra leitura da mesma história.
O anúncio veio no Jump Festa 2024. Desde então, o projeto vem sendo tratado como uma adaptação pensada para começar pela saga East Blue, a fase inicial de Luffy. Isso faz sentido. É ali que a franquia vende sua proposta com mais clareza.

Até aqui, o remake não tem data pública de estreia. Também não há confirmação oficial de quantos episódios a primeira leva terá. O rumor de 25 episódios circulou bastante, mas não foi fechado como número final.
Por que a Netflix quer esse remake
A resposta está no tamanho de One Piece. O anime original é amado, mas intimida qualquer novo espectador. São centenas de episódios, muito alongamento e uma fama antiga de ritmo irregular. Quem tenta começar hoje sente isso rápido.
Aqui entra a lógica do remake. A Netflix quer um ponto de entrada mais limpo, mais rápido e visualmente atualizado. É a mesma estratégia que funcionou, em outra escala, com Fullmetal Alchemist: Brotherhood. Menos gordura. Mais impacto.

Na prática, isso também ajuda a própria franquia. A Netflix já tem o live-action, filmes e temporadas do anime clássico em catálogo em vários mercados.
O remake vira a porta de entrada “premium” para quem sempre ouviu falar de One Piece, mas nunca encarou a maratona.
Equipe criativa e o peso da WIT Studio
Masashi Koizuka está ligado à direção, enquanto Kyoji Asano assina o design de personagens e a supervisão de animação. Tetsuya Nakatake também aparece associado à produção na WIT. É um time com credencial para entregar algo grande.
- Masashi Koizuka: direção do projeto
- Kyoji Asano: character design e chief animation director
- Tetsuya Nakatake: produção ligada à WIT Studio
- Netflix: distribuição exclusiva global
A WIT não é novata em ação com personalidade visual. Ela já mostrou controle de cena, composição e movimento em títulos que sabem vender impacto sem depender só de explosão. Para One Piece, isso importa muito mais do que um simples “upgrade” de desenho.
O ponto é o ritmo. Se o remake realmente reduzir enrolação e condensar arcos com inteligência, ele pode resolver uma dor antiga da franquia. Se repetir a velha mania de esticar tudo, perde a razão de existir.
One Pace, anime da Toei e o problema do ritmo
Quem acompanha a comunidade já conhece o nome One Pace. É um fan edit que corta filler e melhora a cadência do anime original. O sucesso dele diz muito: existe demanda real por uma versão mais enxuta de One Piece.
O remake, então, não nasce do nada. Ele entra exatamente no espaço entre o anime clássico da Toei e o desejo de ver a história andar sem tantas pausas. É uma correção editorial, não só estética.

Para o fã antigo, isso não substitui o anime clássico. Para o novo público, pode ser a versão ideal. E aqui está o detalhe mais importante: a Netflix está mirando justamente quem desistiu antes mesmo de começar.
One Piece remake será lançado na Netflix. No Brasil, a plataforma também deve ser o destino natural da estreia, já que o projeto foi pensado como distribuição global exclusiva.
Sobre dublagem em português, ainda não há anúncio oficial público para o lançamento. Mesmo assim, a chance é alta. A Netflix costuma priorizar dublagem BR em seus animes grandes, especialmente quando a aposta envolve franquia global.
- Plataforma no Brasil: Netflix
- Disponibilidade: ainda sem estreia confirmada
- Dublagem BR: não anunciada oficialmente até agora
Para quem assina o plano mais barato da Netflix no Brasil, o remake deve entrar no mesmo catálogo principal, sem custo extra fora da assinatura. O problema é outro: ainda falta a data. E, por enquanto, isso pesa mais do que qualquer hype.
Mais informações oficiais podem ser acompanhadas no site da Netflix: Netflix.
O impacto é direto. Se você sempre quis começar One Piece, mas travou no tamanho da obra, esse remake pode ser a porta de entrada certa. Se já viu o anime da Toei, o interesse aqui é outro: comparar ritmo, direção e a forma como a história foi condensada.
Também existe um efeito de catálogo. A Netflix pode transformar o remake em vitrine para toda a franquia. Isso inclui o live-action e, em alguns mercados, o anime clássico. Para o fã brasileiro, é uma forma de ter tudo no mesmo ecossistema.
O risco é o de sempre: se a estreia demorar demais, o anúncio perde força. Se vier com poucos episódios e ritmo inseguro, a comparação com One Pace vai ser cruel. O público de anime não perdoa solução meia-boca.
Trailer
Perguntas frequentes
Quando The One Piece estreia na Netflix?
Não há data confirmada em 07/04/2026. O projeto segue em desenvolvimento e ainda não recebeu janela oficial de lançamento.
One Piece remake vai passar na Netflix Brasil?
Sim, a distribuição anunciada é global pela Netflix. No Brasil, a expectativa é que a estreia ocorra na própria plataforma.
O remake vai substituir o anime original de One Piece?
Não. São produções diferentes. O remake é uma nova adaptação do mangá, enquanto o anime da Toei continua sendo a versão clássica.
The One Piece terá dublagem em português?
Ainda não foi confirmada oficialmente. Como a Netflix costuma priorizar dublagem BR em grandes animes, a chance é alta.
O remake cobre qual parte da história?
O foco inicial confirmado é a saga East Blue. Essa é a fase que apresenta Luffy, Zoro, Nami e o começo da jornada.

