Faces of Death volta em 2026 com uma proposta bem diferente de um remake comum. O novo filme de Daniel Goldhaber usa a franquia como ponto de partida para falar de violência, internet e da forma como imagens brutais circulam hoje.
| Ficha técnica | Detalhes |
|---|---|
| Título | Faces of Death |
| Direção | Daniel Goldhaber |
| Roteiro | Daniel Goldhaber e Isa Mazzei |
| Produção | Isa Mazzei |
| Distribuição | IFC Films |
| Gênero | Terror, slasher, meta-horror, thriller |
| Base | Franquia cult Faces of Death (1978) |
| Estreia nos cinemas | 10/04/2026 |
A sacada é simples e eficiente. Em vez de refazer o original de 1978, o longa mostra um assassino que recria cenas associadas à franquia, mata pessoas, filma tudo e joga o material na internet.
Por que não é um remake tradicional
Remake de verdade tenta recontar a mesma história com outra cara. Aqui, não. Goldhaber e Isa Mazzei usam o nome Faces of Death como motor temático, não como roteiro a ser copiado.
O filme funciona mais como uma reimaginação meta. Ele parte da lenda do “vídeo proibido” para discutir como a violência virou conteúdo espalhado por feed, algoritmo e rede social.
E aqui está o ponto forte: isso atualiza a franquia sem engessá-la. O original nasceu da paranoia das locadoras e das cópias clandestinas; o novo mira a era do compartilhamento instantâneo.

O novo Faces of Death mira a era da internet
Na prática, o filme troca o choque pelo comentário social. A ideia de um serial killer que encena mortes para publicar online encaixa perfeitamente no mundo atual, onde imagens violentas circulam sem filtro por segundos.
Goldhaber e Mazzei também assumem a influência de Targets, Blow Out, Blow-Up e The Conversation. Não é lista de enfeite. Esses filmes têm algo em comum: todos tratam de imagem, verdade e paranoia.
O resultado é um slasher com DNA oitentista, mas cabeça de 2026. Isso aproxima o projeto de títulos como Late Night with the Devil e Host, que usam mídia e performance como parte do horror.

O peso do original de 1978
Faces of Death nunca foi só um filme de choque. O longa de 1978 virou lenda urbana porque misturava encenação com material que parecia real. Muita gente assistiu achando que estava vendo imagens proibidas de verdade.
Esse mito foi parte do sucesso. Em feiras, locadoras e cópias piratas, o filme ganhou status de objeto clandestino. O novo longa entende isso e troca o truque de autenticidade pela obsessão contemporânea por viralização.
Ou seja: a franquia continua falando de medo, mas agora o medo mudou de roupa. Antes, era a curiosidade mórbida. Hoje, é a banalização da violência no scroll infinito.
Onde assistir no Brasil
Por enquanto, Faces of Death tem estreia marcada nos cinemas em 10/04/2026. Não há confirmação de plataforma no Brasil até agora, então o caminho mais provável é lançamento primeiro nas salas.
Se vier para streaming depois, a janela vai depender do acordo de distribuição local. A IFC Films costuma negociar com plataformas diferentes, então vale olhar o circuito nacional nas próximas semanas.
Até aqui, também não há confirmação de dublagem em português. Para o público brasileiro, isso pesa menos num terror de nicho, mas ainda faz diferença na estreia digital.
Mais detalhes oficiais sobre o filme podem aparecer na página da IFC Films.
Trailer
Perguntas frequentes
Faces of Death estreia quando no Brasil?
10/04/2026. A estreia confirmada até agora é nos cinemas, e ainda não há plataforma brasileira anunciada.
O novo Faces of Death é remake do filme de 1978?
Não. Ele usa a franquia como base para uma história nova, com um serial killer que recria o mito para a internet.
Faces of Death (2026) vai ter dublagem em português?
Não há confirmação. Até o momento, a dublagem BR não foi anunciada para o lançamento nos cinemas.
Onde assistir Faces of Death no Brasil?
Nos cinemas, primeiro. A distribuição em streaming no Brasil ainda não foi confirmada.
