O próximo jogo de The Legend of Zelda ainda não foi anunciado, mas a Monolith Soft já deu o primeiro sinal oficial de que a franquia segue em produção. E isso importa muito para quem acompanha a Nintendo de perto.
Na prática, não existe trailer, título nem data. O que existe é um indício claro de bastidores: a parceria continua, e o novo Zelda já está em movimento nos corredores da empresa.
| Ficha técnica | Detalhes |
|---|---|
| Franquia | The Legend of Zelda |
| Estúdio citado | Monolith Soft |
| Parceira principal | Nintendo |
| Status do novo jogo | Em desenvolvimento, sem anúncio oficial |
| Tipo de revelação | Sinal institucional / teaser de bastidor |
| Contexto da franquia | 40 anos em 2026 |
| Jogo anterior principal | The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom |
| Lançamento de Tears of the Kingdom | 12/05/2023 |
| Plataforma de Tears of the Kingdom | Nintendo Switch |
| Desenvolvedora de Tears of the Kingdom | Nintendo EPD |
| Nota no Metacritic | 96/100 |
| Gênero | Ação e aventura, mundo aberto |
| Classificação indicativa | E10+ |
O que a Monolith Soft confirmou de verdade
A parte mais importante aqui é simples: a Monolith Soft não revelou um jogo novo. O estúdio apenas reforçou que segue criando experiências com “novas surpresas e emoções”, o que sustenta a leitura de continuidade dentro da franquia.
Isso não é pouco. Em uma série como Zelda, qualquer frase de bastidor vira pista. Mas pista não é anúncio. E esse detalhe muda tudo.
Para o fã, a diferença entre “está em produção” e “foi anunciado” é enorme. Um jogo pode passar anos no forno. Zelda já fez isso antes. E quando a Nintendo resolve falar, geralmente é porque o projeto está avançado o bastante para ganhar forma pública.
Por que esse sinal pesa tanto em Zelda
The Legend of Zelda virou uma das franquias mais fortes da Nintendo porque não vive só de repetição. Cada jogo grande mexe na estrutura, no ritmo e até na forma de explorar Hyrule.
Breath of the Wild mudou a série. Tears of the Kingdom aprofundou a fórmula. Agora, o próximo passo precisa justificar a espera.

É aí que a Monolith Soft entra com peso. O estúdio tem histórico de mundos gigantes, estrutura técnica forte e ajuda em produções complexas. Não é o tipo de parceiro que a Nintendo chama por acaso.
O que já sabemos sobre o próximo Zelda
Até agora, só dá para cravar uma coisa: o jogo existe como projeto em andamento. Não há título oficial, janela de lançamento, plataforma confirmada nem trailer completo.
Então, se você procura “quando lança”, a resposta honesta é: ainda não foi dito. E qualquer promessa além disso é chute.
| Item | Situação |
|---|---|
| Título oficial | Não revelado |
| Data de lançamento | Não anunciada |
| Formato | Jogo principal ou projeto relacionado ainda indefinido |
O cenário mais lógico é a Nintendo guardar essa carta para um momento maior. E, com a franquia completando 40 anos em 2026, faz sentido a empresa tratar o próximo Zelda como evento, não como nota rápida.
O papel de Tears of the Kingdom nessa espera
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom não foi só uma sequência de sucesso. Foi a prova de que a fórmula moderna de Zelda ainda tinha muito espaço para crescer.
Com nota 96 no Metacritic e vendas acima de 20 milhões globalmente, o jogo deixou a barra lá em cima. Não tem como fugir desse número.

Por isso, o próximo anúncio precisa ir além do básico. Se vier só como continuação direta, a Nintendo vai ter de mostrar uma ideia nova de verdade. Se vier como reboot de mecânicas, a expectativa sobe ainda mais.
Monolith Soft e Nintendo: parceria que virou estratégia
A Monolith Soft não é um nome decorativo nessa história. O estúdio já ajudou em projetos grandes da Nintendo e tem fama de resolver problemas técnicos em mundos amplos.
isso significa suporte pesado em design, estrutura e construção de cenários. É o tipo de colaboração que faz diferença quando a escala cresce.
O ponto aqui é outro: Zelda não depende só de criatividade. Depende de execução. E a Monolith Soft virou uma peça importante justamente porque entrega esse lado mais técnico sem tirar identidade da marca.
Onde assistir ao primeiro sinal oficial
Esse “teaser” não está em um streaming nem em um trailer público tradicional. Ele veio de declarações e movimentações de bastidor divulgadas em canais oficiais e repercutidas pela imprensa de games.
Para acompanhar atualizações confiáveis sobre Zelda, o caminho é o ecossistema oficial da Nintendo e os canais da Monolith Soft. A franquia não tem plataforma de streaming, porque estamos falando de jogo — não de série.
Fonte oficial útil: Nintendo.
Perguntas frequentes
O próximo Zelda já foi anunciado oficialmente?
Não. Até agora, só existe um sinal de bastidor de que o projeto está em desenvolvimento.
Quando o novo Zelda deve sair?
Ainda não há data. A Nintendo não confirmou janela de lançamento nem plataforma.
O jogo vai sair para o Nintendo Switch 2?
Não foi confirmado. Essa é a hipótese mais comentada, mas ainda não existe anúncio oficial.
Monolith Soft está desenvolvendo o novo Zelda?
O estúdio está ligado ao futuro da franquia, mas o papel exato no projeto novo não foi detalhado publicamente.
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom ainda vale como referência?
Sim. Com nota 96 no Metacritic e vendas acima de 20 milhões, ele é a base mais forte para entender a direção da série hoje.
Com Zelda completando 40 anos, a Nintendo tem um palco perfeito para mexer com a comunidade. A empresa adora guardar anúncio grande para momento simbólico.
Se o próximo jogo vier mesmo para a nova geração, o impacto vai ser ainda maior. Zelda costuma ser vitrine técnica. E a Nintendo sabe disso melhor do que ninguém.
Por enquanto, o recado é claro: o novo Zelda não apareceu, mas já deixou rastros. E para uma franquia desse tamanho, isso já é notícia grande.