A irreverente Dulcinéa luta para manter seu teatro de revista, o Mambembe, cujo prédio pertence à tradicional família Maldonado. O patriarca, Salvador Maldonado, homem conservador, leva o clã a rédeas curtas, mantendo o controle sobre os negócios e os filhos: Joana, mulher elegante e esnobe, a maior defensora das ideias do Paizão, como os filhos o tratam; Téo, que sempre acatou calado os desmandos do velho; Walter, dominado pela irmã mais velha e o preferido do pai; e Lalucha, a caçula, estudante de cinema, contestadora e contra a caretice da família. O conservadorismo de Maldonado acaba por minar o casamento de Walter com Belinha, por não conseguirem dar um tão desejado neto ao velho e por Belinha não aguentar mais a passividade do marido diante dos desmandos do sogro. Téo, por sua vez, se vê envolvido com duas mulheres. É noivo há seis anos de Maria do Carmo, retraída filha do Dr. Júlio Sampaio, médico e amigo da família.